Ninguém quer ficar fora

Mesmo sem medir o retorno, a indústria de candies aposta nas mídias digitais

A pesquisa TIC Domicílios, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, sobre a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população em relação às tecnologias de informação e de comunicação indica que 58% dos brasileiros usam a internet. A cifra representa 102 milhões de internautas. Um levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por sua vez, mostra que o país totaliza 244 milhões de dispositivos móveis conectados à rede mundial. Sob esse pano de fundo e o advento das redes sociais, as empresas e marcas de todos os setores da indústria intensificam projetos de interlocução com os consumidores através das mídias digitais. Estar dentro e operar nesse ambiente é hoje indispensável a qualquer empresa de bens de consumo. Transposta para o segmento de confeitos (confectionery), essa realidade permeia a maioria das ações de comunicação e marketing dos lançamentos nos últimos 10-15 anos. Os recursos utilizados e os resultados alcançados, no entanto, denotam timidez, limitada criatividade e habilidade com as ferramentas, além de ainda serem modestos, sustenta Carolina Terra, consultora e professora de mídias sociais. “As indústrias em geral atuam com parcimônia, por conta do tradicionalismo das marcas, mas as empresas que buscam inovar nesse campo se dão bem, ainda que com pouca ousadia”, sintetiza a especialista, autora dos livros “Midias Sociais – e Agora?” e “Blogs Corporativos: Modismo ou Tendência?”, com passagens por empresas de confectionery como Nestlé e Garoto. Carolina Terra conteúdo apoiado em texto e imagem e pouca ousadia. A consultora observa que as ações são em

 

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