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Consumo de gelatina em balas e gomas cresce na garupa da onda saudável

Balas e gomas de gelatina avanço de 42% nas vendas nos últimos cinco anos.
Fora da tradicional sobremesa, sinônimo de comida de hospital, a gelatina é um ingrediente cada vez mais recrutado em aplicações de candies, a exemplo de linhas de chocolate, marshmallows, biscoitos, caramelos mastigáveis, doces tradicionais e gomas diversas. Seu uso, no entanto, ganha maior evidência em balas que, por propriedades intrínsecas do insumo, chamam a atenção pelos formatos inusitados e colorido feérico. Segundo especialistas, a gelatina é um alimento natural e saudável, de fácil digestão, que pode desempenhar um papel importante na alimentação funcional. Isto é, os alimentos que contém gelatina oferecem um benefício adicional à saúde, uma vez que ela é fonte de proteínas. No caso das balas de gelatina de baixo ou zero teor de açúcar, além da firmeza, brilho e elasticidade, ela contribui para reduzir o teor calórico e de carboidratos dos produtos. Por conta de propriedades assim, o consumo de itens que incorporam gelatina em sua formulação tem crescido nos últimos anos. Dados da Euromonitor International, que audita o segmento incluindo pastilhas, gomas, gelatinas e chicles (pastilles, gums, jellies and chews), indicam que as vendas no Brasil saltaram 42,5% nos últimos cinco anos. De um movimento na ponta do varejo de R$ 1,664.1 bilhão em 2010 esse filão pulou para R$ 2,183.1 bilhões no último ano. Projeções da consultoria, indicam que o segmento deve alcançar R$ 2,371.3 bilhões no atual exercício, atingindo R$ 2,659.3 bilhões em 2020, uma alta de 12,1% (ver quadro à pág. 22). A versatilidade da gelatina como ingrediente nas aplicações pode justificar essa

 

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