Ajustes nas safras

Há quatro anos Doce Revista publica em sua seção Consultores a análise das cotações de açúcar e cacau, insumos básicos da indústria de confectionery, elaborada pelos titulares de duas das mais renomadas consultorias da área no país – JOB Economia e Planejamento e TH Consultoria e Estudos de Mercado. A movimentação de outubro pode ser conferida na presente edição. Em recente avaliação, a JOB revisou sua projeção para a moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul, principal região produtora do país, para a safra de 2015/2016. A consultoria prevê que o volume processado de cana será 3 milhões de toneladas (t) maior do que o estimado no início do ano, mas o teor de açúcar na cana (ATR) será 2,2% menor, isto é, cai para 133 quilos/t. O florescimento da cana, fenômeno causado por condições adversas de clima, na região centro-oeste paulista, é o principal fator para a redução no rendimento industrial desse insumo. Assim, a consultoria projeta que a quantidade de açúcar e etanol fabricada cairá 1,87%, para 78,5 milhões de toneladas no Centro-Sul. Em abril, a JOB havia estimado uma quantidade de produtos de 80 milhões de toneladas. Toda redução recairá sobre o açúcar, cuja produção, conforme a consultoria, será de 29,9 milhões de toneladas no Centro-Sul ou 2,4 milhões de toneladas a menos do que as 32,3 milhões de toneladas estimadas em abril. Na opinião da consultoria, a produção de etanol nesta safra será de 27,7 bilhões de litros, 700 milhões de litros a mais do que o estimado

 

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