Um verão mais saudável

Indústria de refrescos em pó e sucos prontos aposta em versões integrais e funcionais para a próxima temporada de calor

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Ação da marca MID distribuição de amostras em praias de norte a sul do país.
Os fabricantes de bebidas não alcoólicas esperavam crescer acima de 10% no ano passado. Mas a recessão aguou o prognóstico e o setor fechou o ano com queda de 3,7% nas vendas, despejando 903 milhões de litros, estima a consultoria Nielsen. Em valores, repassa a instituição, o giro geral acusou crescimento nominal de 3,3%, totalizando R$ 4,9 bilhões. Para 2016, a perspectiva continua sendo de queda, com as marcas direcionando apostas para nichos promissores, a exemplo de sucos integrais e opções nutracêuticas ou funcionais. “A retração maior foi no segmento de néctares (sucos com mínimo de 30% de polpa da fruta), pois versões do tipo 100% fruta ou com vitaminas e fibras ainda têm demanda firme”, observa Arthur Oliveira, líder de indústria da Nielsen. No lado oposto, acrescenta ele, linhas de sucos com concentração de polpa da fruta inferior a 20% igualmente crescem no país, por conta do preço mais

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