Um ano de desafios

Getulio Ursulino Netto
Ao modernizar seu perfil tecnológico, a indústria brasileira de confectionery e o seu atual modelo de negócios hoje se igualam às mais avançadas frentes de produção e distribuição em todo o mundo. Depois de passar incólume pela crise financeira global, que abalou as maiores economias do planeta, o setor desenhou uma trajetória de vigoroso crescimento, tanto em chocolates como em candies e confeitos de amendoim. Nesse período virtuoso, aportes significativos de recursos foram despejados na atualização e expansão das fábricas, bem como na instalação de novas unidades. Em linha com a preservação dos fundamentos macroeconômicos do país, a ala nacional de confectionery comemorou no final da última década e início da atual os balanços que refletiam a crescente penetração no consumo de todas as categorias de guloseimas. De 2008 a 2012, a demanda brasileira de chocolates sob todas as formas avançou 10,8% e o de balas e derivados,  3,6%. Também o consumo de confeitos à base de amendoim assinalou alta de 2,6% no período. Essa escalada, no entanto, sofreu interrupção, com a tendência de queda na cena de balas e candies. O movimento foi seguido pelo segmento de chocolate nos últimos dois exercícios. Com crescimento cada vez mais reduzido e índice de inflação no teto do regime de metas adotado pelo governo, o Brasil vem insistentemente revisando para baixo o tamanho de seu PIB. Dessa forma, encerrou 2014 em patamar que desafia a posição que ostenta entre as nações emergentes. Espelho dessa conjuntura, o consumo nacional assinalou declínio generalizado nos

 

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