Um ano complicado

Patinando em terreno da estabilidade, o setor de confectionery sente os impactos da crise

O ano de 2015 aprofundou o quadro de produção e demanda em fogo brando que já vinha refogando o setor nacional de confeitos (confectionery). O ambiente claustrofóbico fez a indústria sair desesperadamente à caça de oportunidades para tentar equilibrar os investimentos feitos em aumentos de capacidade no período em que o país ainda crescia. A busca de inovação se tornou praxe e também o ingrediente mais procurado nos desenvolvimentos. Com projetos nessa direção a indústria de chocolates e candies conseguiu marcar tentos pontuais. Uma das tacadas em comum entre os lances positivos foi o enquadramento das linhas às tendências de consumo predominantes na cena global. O aguçamento da curiosidade nacional por produtos mais saudáveis, por exemplo, estimulou a expansão de nichos, como o de variantes de guloseimas funcionais e orgânicas. Com relação a essas frentes, a feira de doces alemã ISM, maior vitrine global do setor de confectionery, promovida no

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