Sobe e desce continua

Ronaldo Lima Santana
Ronaldo Lima Santana
Ronaldo Lima Santana O mercado internacional de açúcar continua apresentando grande volatilidade. No final de fevereiro foi registrado um movimento de alta nos preços por consequência do encerramento da tela de março na Bolsa de Nova York.  Passado esse momento, observou-se em março, inicialmente, uma realização no mercado com os preços recuando. Na sequência, a forte alta nas cotações se aproximou de 17 cents/lb. Nesse momento, deram sustentação ao movimento altista os crescentes déficits mundiais de produção, as exportações menores da Tailândia, a desvalorização global do dólar e as chuvas no Centro-Sul do Brasil, com o consequente atraso no inicio da moagem de cana da nova safra 2016/17. Desde o final de março, os preços seguem em queda diante de um clima favorável à moagem no Centro-Sul, que tem incorporado influência das cotações internacionais.  Além disso, os fundos continuaram apresentando posições líquidas compradas muito elevadas, com potencial de alta volatilidade para preços em movimentos de queda. O gráfico a seguir mostra o comportamento dos preços do açúcar demerara na Bolsa de Nova York, tomando como base o 1º vencimento de Maio/16. No caso do açúcar negociado no mercado doméstico – Estado de São Paulo –, os preços seguem apresentando um viés de baixa. A safra 2016/17 teve início no Centro-Sul em meados de março com a predominância de oferta de etanol. No entanto, os compradores de açúcar já apresentavam uma postura mais retraída, contratando apenas volumes necessários ao giro do seu negócio. Além disso, com a queda de preços no

 

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