Pra que perder tempo com bobagem?

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O governo do Chile proíbe a venda de Kinder Ovo. O México tributa refrigerantes e busca diminuir o consumo de bebidas açucaradas. No Brasil, alastra-se o veto a refrigerantes, confeitos e snacks na TV e em cantinas escolares e merendas. Projetos de leis pululam no Legislativo para tolher a exposição e demanda de alimentos calóricos para uma população às voltas com indicadores nunca vistos de obesidade infantil e obesidade mórbida. Não é preciso ser do ramo para deduzir que esse cenário mostra redutos como chocolates, confeitos e biscoitos ultravulneráveis a um fogo cerrado de ameaças à sua imagem institucional e ao futuro de suas vendas. Por tabela, o quadro evidencia extrema urgência para esse setor rever suas estratégias de comunicação e publicidade, além de ter de monitorar com lupa, daqui para a frente, os teores de emocionalismo e populismo nas regulamentações que lhe dizem respeito. Manda a lógica, portanto, que

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