Pequeno grande negócio

Comércio de doces Zé Bolacha inaugura o formato de microatacarejo

Loja da Praça da República: 3 mil itens em 120 metros de área de venda.
Com uma única loja de 120 metros quadrados de área de venda em plena Praça da República, no centro de São Paulo, o comércio de doces Zé Bolacha opera um modelo que poderia ser chamado de microatacarejo. Em quase tudo o estabelecimento se assemelha ao formato de um atacado de autosservico (carry and cash), com amplo mix, abastecimento direto da indústria e dez checkouts operando em dois turnos. Mas com uma frequência diária média de 4.200 pessoas exibe um movimento superior a muitos atacados de maior porte. “Estamos aqui há 22 anos e a frequência de público, inclusive, já foi bem maior, mas nos últimos três anos sofreu queda em torno de 30%, sem que os custos acompanhassem essa redução”, analisam Fernando Cabral Neves e Luis Alberto Deutsch, sócios e diretores do microatacarejo. Indicado por fornecedores, o Zé Bolacha está entre os eleitos para receber o prêmio Doce Revista (PDR) 2017, em cerimônia de entrega prevista para novembro (ver quadro abaixo). PDR 2017Maior centro da produção industrial e do consumo no país, São Paulo é palco da oitava edição do Prêmio Doce Revista (PDR). Em nova roupagem e formato regional, a premiação coloca mais uma vez em evidência o comércio de doces, destacando as melhores operações do atacado distribuidor eleitas pela indústria de candies no estado e em duas capitais brasileiras: Curitiba e Belo Horizonte. Formato predominante entre as empresas doceiras, o atacarejo nacional cravou crescimento de 11,3% no último ano contra 6,9% registrado pela ala generalista. Sob esse pano

 

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