Passaporte para a China

Candies com apelo saudável podem ser a chave para conquistar os consumidores chineses

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Carvalho, da Interbrax balas de carne e de algas, entre muitas outras iguarias.
Carvalho, da Interbrax balas de carne e de algas, entre muitas outras iguarias. O setor brasileiro de confeitos (confectionery) ocupa hoje a quinta posição no ranking mundial. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), a produção atingiu 353 mil toneladas (t) em 2015, ficando atrás da China (1.507 mil t), Estados Unidos (1.084 mil t), Alemanha (419 mil t) e Rússia (373 mil t). Os produtos brasileiros são exportados para 130 países, porém ainda não constam embarques expressivos para a China, maior parceiro comercial do Brasil na atualidade. “Pode ser por causa do paladar chinês, que é radicalmente diferente do nosso”, arrisca um palpite Tomaz Dantas de Carvalho, diretor da Interbrax, empresa com mais de 40 anos na área de negócios internacionais, especializada em assessoria para importar da China. Formado em Direito na FMU, Carvalho atua à frente da Interbrax desde 2007 e,

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