Os eleitos

Fabricantes de chocolates e candies selecionam os melhores lançamentos de 2015

Lançamentos 2015 receita para espantar a estabilidade nas vendas.
Movido pelo impulso de conhecer novidades, o consumo de confeitos no Brasil é sustentado pelos lançamentos da indústria. Como já é praxe no setor, as inovações de cada temporada são projetadas com certa antecedência, visam enquadramento nas tendências em voga ou em mudanças nos hábitos de consumo e são, em geral, disparadas no início ou meio do ano, conforme a demanda sazonal ou a conveniência de fazer caixa. Em passado recente, uma certa acomodação geral nas alas de chocolates e candies foi responsável por um declínio na demanda que deixou marcas na indústria e no trade dessas categorias. A foto no final dos anos 2000 mostrava empresas nacionais tentando superar a estagnação, com investimentos no parque industrial e apostas na premiunização das linhas. Essa mudança se materializou em itens de qualidade reconhecida pelo consumidor e custos e preços em ponto de equilíbrio, conduzindo a uma recomposição de margens. Dados da Euromonitor International captam que, em 2009, a demanda apenas de confeitos doces (sugar confectionery) correspondia a um faturamento geral de R$ 6,013 bilhões. No ano passado, indica a mesma fonte, as vendas no varejo da categoria atingiram R$ 8,03 bilhões, projetando, para 2019, uma alta de 10,5%, totalizando R$ 8,87 bilhões. Considerando apenas o mercado de chocolates, a consultoria estima que a demanda vai crescer em média 3,2% em volume e 4,9% em receita por ano até 2020. Em 2014, a categoria movimentou R$ 12,6 bilhões, com vendas de 320,7 mil toneladas. Do ponto de vista dos fabricantes, a inovação

 

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