O triunfo da indulgência

A mais recente pesquisa sobre os hábitos de consumo de candies dos brasileiros resgata o otimismo ausente nos últimos prognósticos da indústria. Aplicado de forma direta em um universo de 1.084 consumidores de balas e gomas de mascar de São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Recife (PE), o estudo perscrutou durante o mês de julho a frequência de consumo nos últimos 12 meses, a motivação para escolha de tipo/marca/formato e até em que período do dia se dá preferencialmente o consumo. Embora passíveis de intuição, os resultados apontam para o triunfo da indulgência ou autoindulgência. De forma acachapante a maioria dos entrevistados disse consumir balas e/ou chicles porque é gostoso (34%). Também por maioria absoluta esses consumidores alegaram escolher o chicle (64,9%) ou a bala (64%) pelo sabor mais gostoso. Quanto a frequência do hábito, 66,8% dos entrevistados afirmaram que mantiveram o pique no último ano, enquanto 13,9% aumentaram a frequência e 19,3% reduziram a marcha. Entre as explicações para a mitigação do consumo ganham destaque respostas como a imposição de controle do açúcar (25,4%), não ter o hábito (22,5%), “enjoei” (11,5% e recomendação do dentista (8,6%). O período da tarde foi quase unânime (80,5%) entre os horários do dia em que se consome mais bala ou chicle. Do total de entrevistados. 37,7% alegaram consumir mais as guloseimas na parte da manhã e 43,9% disseram curtir o hábito à noite. Além da explicação de ser gostoso para o consumo de balas e chicles, outras respostas que sobressaíram na mostra

 

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