Nada será como antes

Quedas persistentes no PIB atingem a trajetória do setor de confectionery

A quebra no ritmo do crescimento econômico do país nos últimos dois anos impactou fortemente a trajetória da indústria brasileira de chocolates, biscoitos e confeitos (confectionery). Embora o setor tenha redobrado esforços para segurar as metas, as fábricas tiveram que redimensionar a oferta em função de uma demanda mais branda, registrando uma desaceleração que se acentuou de 2014 até a primeira metade de 2016, quando a produção voltou a operar no azul. Com PIB (Produto Interno Bruto) negativo por dois anos consecutivos, considerada a projeção para o último exercício, o desempenho do setor nacional de confectionery sucumbiu às seguidas previsões de baixa, embora segmentos pontuais tenham alcançado e mantido avanço. Entre os exemplos, sobressaem nichos como o de chocolates, biscoitos e candies especiais, funcionais ou de pegada indulgente, de maior valor e preço final, desdobrados de macrotendências virais na cena global de nutrição e alimentos. O consumo viabilizado pela melhora

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