Na trilha da indústria 4.0

Unidade local de embaladoras mantém acesa demanda com alta tecnologia e produtividade

Embaladora tipo portafólio GZL com alimentador duplo: produção nacional em 2018.
A queda estimada entre 2% e 5% na receita líquida do setor de bens de capital para este ano não vale para todos os segmentos. Projetada pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o índice leva em conta a queda acumulada de 5,6% no faturamento geral até julho de 2017. Isso significa que a receita líquida, na média, ainda precisa crescer nos próximos meses para o desempenho da indústria ficar dentro do projetado. Se dependesse de fabricantes como a Bosch a previsão seria bem diferente. Alexander Röpke, gerente geral da Bosch Tecnologia de Embalagem, sediada em São Paulo, informa que unidade de embaladoras para biscoitos, por exemplo, vem mantendo a média de venda nos dois últimos anos, com 6 a 7 linhas completas entregues. “Sentimos que 2017 está sendo mais difícil, mas conseguimos equilibrar eventual baixa no volume de pedidos internos, com exportações para a América Latina, África, Rússia e Índia”, relata o dirigente. Ele observa que a melhora recente no índice de confiança vem conduzindo o país a retomar o primeiro lugar na lista de encomendas, mas a capacidade da fábrica de Barueri (SP), hoje totalmente preenchida, se deve a pedidos que serão contabilizados em 2018. Macedo, da Bosch: pedidos de retrofit em alta. “Em resumo, as grandes indústrias de biscoitos, que operam linhas populares como crackers e variedades planas, quase não sentiram a crise, que pegou em cheio os fabricantes de produtos mais elaborados, de maior valor, como cookies e versões especiais”, sintetiza Röpke. Para

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório