Mesa posta

Kits completos e licenciamentos turbinam o giro do setor de artigos para festa

Arranjo da Cromus evolução dos itens descartáveis hoje inclui cenografia completa.
Copos, pratos e talheres plásticos descartáveis foram o embrião de um dos redutos de maior demanda atual em pontos de venda (PDVs) como atacados doceiros e varejos especializados. Acompanhando tendências nos formatos de comércio, ditadas por mudanças nos hábitos de consumo, o chamado mercado de artigos para festa evoluiu, sobretudo nas últimas duas décadas, com a incorporação de alguns ingredientes explosivos. Do universo dos licenciamentos (licensing) a um vasto sortimento de materiais e apetrechos decorativos, enfim todo arsenal necessário para a montagem de festas e comemorações agora vem pronto em kits de conveniência e custo atraente. Além de incrementar a lista de opções com soluções de cenografia e decoração de ambientes, a atividade passou a agregar a oferta de guloseimas, a exemplo de balas, confeitos e doces de festa (brigadeiro, beijinho, cajuzinho) em apresentações institucionais, além de prestação de serviços para organizadores, promotores ou mesmo donas de casa. “O mercado de festas no Brasil é crescente e deve manter essa trajetória”, assinala Luis Brancher, diretor de marketing da Cromus, número um no segmento de embalagens para presente e segunda marca em vendas no setor de artigos para festa. Segundo a Abrafesta (Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais), o faturamento das alas de festas e eventos em 2013 alcançou R$ 14,5 bilhões, cravando alta de 400% nos últimos cinco anos, e a estimativa para 2014 é atingir receita de R$ 16 bilhões, repassa Brancher. Para o executivo, o reduto de festas infantis no Brasil ganha maior relevância dentro

 

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