Menores e mais em conta

Tamanhos pequenos e médios calibram os preços dos ovos de chocolate na Páscoa 2016

Linha de ovos de Páscoa mesmo volume de 2015 e reajuste de preço abaixo da inflação.
Por conta das nuvens carregadas no horizonte da economia, a indústria de chocolates concordou em reajustar de 7% a 10% os preços dos ovos de Páscoa, sinalizando abrir mão de rentabilidade, uma vez que a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) cravou 10,67% em 2015. Tudo isso para tentar repetir a campanha do ano passado que, para o varejo, foi a pior dos últimos oito anos, conforme o indicador de atividade do comércio da Serasa Experian. Em meio à insegurança reforçada por índices negativos diários veio, em fevereiro, o aumento na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidente sobre o chocolate, que de R$ 0,09 (chocolate branco) e R$ 0,12 (demais chocolates) por quilo será de 5% cobrados sobre os preços de venda dos produtos, a partir de maio. Comemorada este ano em 27 de março, a Páscoa já negociada pela indústria com a devida antecedência, certamente terá um sabor rançoso por conta das indefinições geradas pelo aumento do imposto. Desde o anúncio da alta, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), que prevê demanda estável nesta Páscoa, avalia os impactos da medida para o setor. A previsão de estabilidade na produção embute uma performance que, na ponta do varejo, se traduz em demanda crescente, apesar de menos intensa. Dados da Euromonitor International captam que de 2010 a 2015 as vendas de chocolate no varejo nacional, inclusa a Páscoa, subiram de 265,8 mil toneladas (t) para 329,7 mil

 

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