Mais chocolate artesanal

Mais chocolate artesanal
Photo by Pablo Merchán Montes on Unsplash
Frente ao emagrecimento na demanda de confeitos tradicionais nos mercados desenvolvidos, por conta de os consumidores substituírem itens açucarados por guloseimas saudáveis, empresas de alimentos estão tentando aumentar os apelos de produtos como o chocolate. As táticas incluem investidas ousadas como as barras de chocolate da alemã Ritter Sport, formuladas com cânhamo e maconha (que não deixam ninguém dopado), novos sabores e cores, além de fórmulas com menos açúcar, informa a agência Bloomberg. Outras fabricantes de chocolate estão diversificando a oferta, a exemplo da americana Hershey, que introduziu sua clássica barra de chocolate há 120 anos, agora incursionando por pipoca e batata frita, e a Mars ao anunciar que pretende comprar participação na empresa de lanches saudáveis Kind. A Nestlé, por sua vez, decidiu vender sua unidade de confeitos (confectionery) nos Estados Unidos devido à queda na receita e ao foco em outras categorias como café e água. Especialistas no ramo sustentam que o açúcar agora é o novo tabaco. Os consumidores estão se afastando das marcas tradicionais de chocolates formulados com açúcar e optando por alimentos mais saudáveis. As maiores companhias do setor já captaram a tendência e estão se transformando em empresas de lanches (snacks), em vez de se concentrarem apenas nas linhas de chocolate. Embora cotações em baixa do cacau no mercado internacional tenham ajudado a melhorar a demanda mais recentemente, há um impulso crescente para desestimular o consumo de açúcar, que compõe quase metade de uma barra de chocolate comum. Grupos que são contra a ingestão

 

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