Jorro de oportunidades

Beneficiadas pela onda de saudabilidade, as categorias de sucos, néctares e refrescos avançam nas prateleiras em ritmo sem precedentes

Ao deparar com a renda encolhida pela inflação batendo no topo da meta estabelecida pelo governo e com mais dívidas para pagar, o consumidor colocou um freio na compra de cerveja e refrigerante. Mas, no meio do caminho de consolidar novos hábitos, bebe mais suco pronto, chá, água mineral e vodca. Varredura da consultoria Nielsen, responsável por essa sacada, capta, por exemplo, que as vendas da categoria de sucos prontos para beber (SPB) no varejo nacional cresceram 10,5% em volume no ano passado em relação ao exercício anterior. A expansão para chá líquido foi de 10,4% e o de água mineral, 9,8%. Em contrapartida, as vendas de refrigerantes recuaram 4,3% e a produção encolheu 3,7% em 2013. “O consumo de SPB cresce a cada ano, independentemente da pressão inflacionária, pois vem se consolidando como um hábito”, observa Fabio Gomes, analista da Nielsen. Mas a elevação na renda e a conseqüente

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