Biscoitos recheados desaquecimento econômico e inflação alta penalizam versões populares.
Lançamentos frequentes, oferta de itens mais saudáveis e um parque de máquinas moderno conduzem o setor brasileiro de biscoitos a superar as dificuldades econômicas e apresentar resultados sólidos. Em 2014, as vendas do segmento cresceram 10,5% e totalizaram R$ 19,67 bilhões em comparação a R$ 17,79 bilhões no exercício precedente, avalia a Abimapi (Associação Brasileira da Indústria de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados). O volume comercializado, repassa a entidade, ficou estável em 1,7 milhão de toneladas. Além de alguns reajustes pontuais de preço, os números refletem a migração da preferência do consumidor para versões de valor agregado mais alto. Por trás dessa mudança no perfil de consumo fermenta a ascensão de milhões de pessoas à classe média nos últimos anos, junto da melhoria de renda da população de forma geral. Segundo dados da Euromonitor International, o varejo brasileiro de biscoitos é o segundo maior do mundo, com vendas

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