Estabilidade nos fornos

Biscoitos, massas alimentícias, pães e bolos industrializados exibem balanços em equilíbrio

Cláudio Zanão: consumidor de biscoitosoptou pelos básicos. A Associação Brasileira das Indústrias Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos industrializados (Abimapi), em parceria com a consultoria Nielsen, divulgou em março os dados consolidados do setor em 2017. “Em faturamento, nossas categorias apresentaram estabilidade na comparação com 2016 e, juntos, os alimentos que compõem a cesta da entidade movimentaram um total de R$ 39,252 bilhões, apenas 0,6% abaixo do ano anterior, quando o montante atingido foi de R$ 39,517 bilhões”, repassa Cláudio Zanão, presidente da entidade. Em volume, completa ele, foram cerca de 3,5 milhões de toneladas (t) vendidas, 3% a menos que o período anterior. Segundo o dirigente, a pesquisa apontou também que as indústrias apresentaram crescimento de 34% em vendas e 4,5% em volume, quando comparados os resultados dos últimos cinco anos. Na entrevista a seguir, o executivo detalha a performance de cada segmento ligado à associação. DR – Como foi o desempenho do setor de biscoitos? Zanão – O faturamento das indústrias no último ano ficou bem próximo ao de 2016 (R$24,151 bilhões), atingindo a marca dos R$24,054 bilhões. Em relação a volumes, foram vendidas 1,82 milhão de t contra 1,87 milhão de t. no ano anterior. Os biscoitos, na realidade, não saíram do carrinho de compras do consumidor brasileiro. O que notamos foi que ele optou por trocar os produtos de maior valor agregado, como os recheados e cobertos, pelos básicos, no caso as rosquinhas e os do tipo maria/maisena. DR – Quais foram as mudanças em relação

 

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