Escalando o pódio

Terceiro maior produtor mundial, Brasil persegue vice-liderança na fabricação de chocolate

Aindústria brasileira de confeitos (confectionery) persegue com firmeza o propósito de ocupar a vice-liderança dos dez maiores mercados mundiais do setor até 2016. Enquanto a taxa média de crescimento global se mantém em 2% ao ano, o Brasil registra índice de 3,6%, capta a consultoria Euromonitor International, que assina a projeção. Na ala de chocolates, o país ocupa a terceira posição no ranking global, atrás somente dos Estados Unidos e Alemanha, repassa a ABICAB – Associação Brasileira da Indústria de Cacau, Chocolate, Amendoim, Balas e Derivados. Segundo a entidade, ao ultrapassar a França, em meados da última década e, mais recentemente, o Reino Unido, o Brasil ascendeu ao terceiro lugar, revigorando um cenário que no passado já foi marcado pela estagnação. Por mais de dez anos o país se manteve na quinta colocação, com produção e consumo de chocolate estabilizados. Desde 2007, o setor mantém a atual colocação de destaque no ranking global, deixando para trás as indústrias francesas, italianas, suíças e dos países baixos, tidos como ilhas de excelência na fabricação de chocolate. Com produção anual na faixa de 780 mil toneladas (t), na média dos últimos quatro anos (inclusos achocolatados em pó), o setor fechou 2013 com 800 mil t, volume que assinala queda de 0,3% sobre o ano anterior. A tendência baixista continuou e, no período de janeiro a setembro de 2014, cravou novo decréscimo de 2% em comparação a idêntico período de 2013 (ver quadros à pág. 12). Bem servido em variedades do tipo ao leite,

 

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