Elas têm a força

Novas gerações de balas de goma, de gelatina e marshmallows sacodem a mesmice na indústria de candies

Até meados da última década a demanda de confeitos inovadores como balas de gelatina e marshmallows era suprida na maior parte por importações. Com as vendas de linhas convencionais travadas, a indústria começou a vislumbrar nessas variantes uma alternativa para fugir da estagnação. Aos poucos o setor foi equipando o parque com máquinas atualizadas para corresponder à expectativa do crescente público dessas guloseimas. Ao contrário de outros tipos de candies em ponto de saturação, as balas de goma, de gelatina e marshmalows vêm conseguindo cativar consumidores que, desapontados com a mesmice nas linhas locais, acabaram apelando para as importações, ainda que pagando preços mais altos. De sabores via de regra frutados, multicoloridos, de formatos e texturas inusitados e surpreendentes. As gomas de gelatina e os marshmalows seduzem, principalmente, as crianças e adolescentes. Apesar do perfil popular das balas de goma tradicionais, versões recentes do produto exibem tecnologia tanto no processamento quanto na apresentação, com embalagens atraentes e maior visibilidade nos pontos de venda (PDVs), agregando maior valor às operações da indústria e do trade. Pente-fino da consultoria de varejo Euromonitor International capta que a demanda brasileira de balas de goma e de gelatina há seis anos batia em 71.700 toneladas e saltou para 99.000 toneladas na estimativa para 2013. A estatística inclui vendas de pastilhas e exclui as demais modalidades de candies. Em valores, repassa a entidade, o faturamento no comércio avançou de R$ 1,336 bilhão há cinco anos para R$ 2,200 bilhões na projeção para o presente exercício, projetando 

 

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