Distribuição de lojas

Chocolândia abre três unidades no primeiro semestre e promete mais três para o segundo

Unidade da Freguesia do Ó: atacarejo doceiro se transforma em supermercado diferente.
Contrariando a tendência geral na economia de pisar no freio por conta da retranca em todos os segmentos de consumo, a Chocolândia abriu desde o início do ano nada menos que três novos pontos de venda (PDVs) de atacado e varejo especializado em confeitos. O último deles, por sinal, inaugurado em abril na Freguesia do Ó, zona norte da capital paulista. “Até parece que tudo vai muito bem, às mil maravilhas, mas é apenas muito trabalho e dedicação total”, elucida Osvaldo Nunes, diretor presidente da rede de atacarejos, com nove lojas na Grande São Paulo e planos para cortar a fita de mais três unidades no segundo semestre. A pergunta que fica no ar é: mas se as vendas não estão bombando, de onde vêm os recursos para investir na abertura de lojas? Nunes conta que há cerca de três anos, quando a conjuntura econômica permitia voos mais altos, se interessou pela oferta de linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para médias empresas. “Era o BNDES Fácil que atendia empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões”, relembra. Seguindo os trâmites de praxe, elaborou um projeto de expansão da Chocolândia, então com seis unidades, para a abertura de cinco novas lojas. Além de intuição aguçada para escolher locais para a instalação de PDVs e observar apelos nas redes sociais, a exemplo da comunidade “Quero uma Chocolândia no Meu Bairro”, Nunes segue a regra de implantar unidades, no mínimo, a cada 10-12 quilômetros de

 

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