Contagem precisa

Sistemas de registro de fluxo da Gunnebo são mão na roda para lojistas

Sambugaro, da Gunnebo “achômetro’ no atacado e varejo com os dias contados.
Sambugaro, da Gunnebo “achômetro’ no atacado e varejo com os dias contados. O atacadista ou varejista que planeja o futuro e permanentemente realiza correções no presente agora já pode deixar de lado o “achômetro” dos gerentes de loja e utilizar dados concretos, próprios e precisos da sua organização. De acordo com Luiz Fernando Sambugaro, diretor de comunicação da Gunnebo Brasil, especialista em soluções de segurança física e eletrônica, gestão de numerário e controle de acesso, modernos sistemas de registros de fluxo de pessoas nas lojas permitem a contagem precisa de entrada e saída dos clientes, além de avaliações como a de ‘áreas quentes’ do estabelecimento, isto é, das regiões mais nobres de vendas e tráfego, entre outras. Conhecidos tecnicamente como contadores de fluxo, dispositivos operam de forma independente nos corredores ou posicionados na entrada da loja. Mas a exemplo de outras tecnologias disponíveis, observa Sambugaro, sua eficácia depende da forma que é utilizada e se faz parte da rotina contida nas normas e procedimentos da empresa. “Em resumo, a tecnologia de contagem de fluxo disponível atualmente permite comprovar quantas pessoas entram em um determinado estabelecimento, que pode ser um atacado, varejo ou shopping center, depois de uma campanha realizada com esse fim ou também em uma sala de espetáculos versus a quantidade de tíquetes vendidos, ou ainda o efeito da mudança de uma fachada depois de uma reforma”, argumenta o diretor. Na entrevista a seguir ele elucida os principais pontos dessa tecnologia, que pode ser mais uma ferramenta mão na

 

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