Chocolate from tree-to-bar

O volume de cacau processado pelas indústrias instaladas no Brasil apresentou leve aumento na safra internacional 2016/17, encerrada em setembro. De acordo com a TH Consultoria de Mercado, especializada no setor, foram moídas 227,2 mil toneladas (t) entre outubro de 2016 e setembro passado, cravando alta de 1% sobre o ciclo anterior (224,9 mil t). Ainda na ascendente, a oferta de cacau da Bahia, maior região produtora, aumentou na primeira semana de outubro, em meio ao avanço da colheita, embora menos do que indicavam as expectativas, com a entrega de 2,7 mil t. Sensível a variações de preço, o consumo de chocolate dá sinais de reação no país e leva as indústrias processadoras a vislumbrarem um ano mais favorável, conforme análise publicada na seção ENTREVISTA desta edição. Os produtores de cacau da região sul da Bahia, no entanto, estão deixando de ser apenas fornecedores de matéria-prima para a grande indústria e agora inserem seus nomes em rótulos artesanais produzidos com cacau de origem ou orgânico. A região que por muitos anos consolidou uma tradição na produção de cacau para uso industrial, mais voltada a volume do que à qualidade, exibe atualmente mais de 30 marcas de chocolates de origem, além da Amma e Mendoá, talvez as mais conhecidas. Pioneiras no mercado de chocolate fino da região, podem ser encontradas nos grandes mercados do país e também no exterior. Já nomes como Amado, Isidoro, Mestiço, Modaka, Choc, Var, Maltez e Maia estão chegando a esses balcões nobres com o mesmo pedigree.

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorPequeno grande negócio
Próxima matériaEdição 261