Planta UHT infraestrutura da Duas Rodas à disposição de refrescos e sucos.
Com a inflação subindo, a renda comprometida e o crédito restrito, o consumidor optou por beber menos cerveja e refrigerante. Para compensar a freada, ele bebe mais suco pronto, chá e água mineral. Responsável por essa sacada, a Nielsen flagra, por exemplo, que as vendas da categoria de sucos prontos para beber (SPB) no varejo nacional crescem anualmente em torno de 10% em volume (10,5% em 2013). “Esse consumo avança a cada ano, independentemente da pressão inflacionária, pois vem se consolidando como um novo hábito”, observa Fabio Gomes, analista da consultoria. Pela varredura da Euromonitor International, que também audita as duas categorias, o mercado de refrescos em pó movimentou R$ 4,730 bilhões em 2014, enquanto que o de SPB totalizou R$ 11,460 bilhões no mesmo período. Mais práticas e com apelo saudável, além de maior valor agregado, as bebidas como refrescos e sucos prontos se encaixam entre as tendências mais

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