Ações calculadas

Atacadistas doceiros buscam frentes para não parar de crescer

Descolado da conjuntura que atinge a indústria, o cenário do segmento atacadista distribuidor de candies segue ainda promissor. Guloseimas como chocolates, confeitos e snacks encorpam cada vez mais a lista de compras do supermercado de grande parte da população. Mas o varejo tradicional ainda figura como principal canal de distribuição do setor doceiro. Apesar das mudanças ocorridas em seu perfil nos últimos anos, esse balcão que se pulveriza por quase 1 milhão de pontos de venda por todo o Brasil, continua sendo o alvo prioritário do atacado distribuidor nacional. Levantamento da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) indica que 37,5% do varejo alimentar independente nacional são abastecidos pelo atacado no formato de balcão, índice que cai para 33,9% no caso da distribuição com entrega e para 12,5%, no atacado de autosserviço (cash and carry). Já os supermercados de pequeno porte e lojas de conveniência representam 11,2% das vendas no formato balcão, referência que cai para 9,6% no cash and carry e salta para 14,3% na distribuição com entrega. A pesquisa da Abad apurou também que os transformadores (inclusas doceiras, donas de casa) abocanham 21,8% das vendas de balcão; 29% do cash and carry e 10,5% da distribuição com entrega. Os dados evidenciam o fortalecimento do atacado distribuidor com entrega e do cash and carry que, na cena atual, dominam o comércio especializado na distribuição de doces. Mergulhados nas escaramuças da campanha de Páscoa 2015, a maioria dos atacadistas é unânime em afirmar que, independentemente dos rumos da economia, o

 

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