A número um

Principal supridora de embaladoras para refrescos em pó, Masipack mantém ritmo de crescimento de 10% ao ano

Estrela do portfólio da Masipack sachês de quatro soldas, com velocidade de 1.200 ppm. O cenário mais otimista para o setor de máquinas neste ano aponta para uma queda de 7,5% no faturamento das empresas. Nos doze meses até junho, os fabricantes de bens de capital mecânicos acumularam receita líquida de R$ 72,7 bilhões, repassa a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). Essa visão mais confiante considera que, até dezembro, as empresas consigam atingir R$ 80 bilhões. Para se ter a dimensão do declínio, a entidade informa que a indústria tinha alcançado o patamar de R$ 120 bilhões em vendas em 2012. Nem todos os segmentos, no entanto, estão automaticamente enquadrados nesse prognóstico. Na ala de embaladoras, mais especificamente de linhas para empacotamento de refrescos em pó, a história é um pouco diferente. “A demanda de linhas para o mercado de sucos em pó se manteve estável até 2015 e, no acumulado deste ano, acusa uma leve queda”, informa Kim Roberts Iegoroff, porta-voz da área de marketing do grupo Masipack, termômetro das vendas no setor de máquinas embaladoras automáticas. Para ele, esse movimento não significa necessariamente um dado negativo, uma vez que as linhas instaladas nos últimos anos são aptas a atender uma alta na demanda, dispensando a necessidade de investimentos de curto prazo. Se de um lado a aquisição de equipamentos novos não aumentou, os segmentos de peças de reposição e assistência preventiva viram os pedidos crescerem. “A estimativa desse avanço é em torno de 5%

 

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