A cura pelo chocolate

Variantes funcionais da Chocolife brindam os consumidores de todos os tipos de intolerância alimentar

Entre as pioneiras no filão de chocolate funcional ou nutracêutico no Brasil, a Chocolife vem há sete anos expandindo sua penetração por diversos perfis de consumo, graças à disseminação crescente dos benefícios à saúde cientificamente comprovados da ingestão regular de sólidos de cacau. A empresa abriu as portas no Rio Grande do Sul com o encontro entre o nutricionista Gabriel de Carvalho e a engenheira de alimentos Virgínia de Avila Dias. Ambos não se conformavam com a inexistência de chocolates que pudessem ser prescritos por nutricionistas, endocrinologistas e até mesmo cardiologistas. Juntando o conhecimento e experiência de cada um em sua especialidade, nasceu a grife, que hoje sobressai nas gôndolas de chocolates aprovados para consumo no circuito de saúde e bem-estar. Em entrevista exclusiva à Doce Revista (DR), Virgínia detalha a trajetória da Chocolife. DR – Como foi o começo da empresa? Virgínia – No seu dia a dia de consultório, o Gabriel de Carvalho percebia que todo o paciente que chegava em busca de uma nova alimentação relutava em tirar o chocolate da dieta. Ele, em contrapartida, não encontrava um produto que de fato pudesse prescrever dentro dos princípios da dieta funcional. Eu iniciava um trabalho de pesquisa para desenvolver um chocolate saudável. Esse foi o início da busca conjunta dos princípios que fariam a Chocolife. Lançamos a primeira versão de chocolate com 50% de cacau, sem açúcar, glúten, lactose e gordura trans, ainda com alto teor de fibras e com redução de 25% de calorias comparado a outros

 

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