Para evitar uma repetição das vendas mornas de 2014 a indústria e o trade decidiram suavizar o aumento nos preços dos ovos e figuras de Páscoa. Apesar da manutenção do giro chocolateiro na data mais importante da categoria, ficou clara a preferência de consumidores por itens de preços mais em conta, como bombons e tabletes, em alusão à comemoração que consagra a compra de ovos, afetando as metas da indústria. Em 2014, elas despejaram cerca de 20,2 mil toneladas (t) de chocolate, que deram forma a cerca de 100,2 milhões de ovos, entre os quais 150 lançamentos. Mais cautelosos, para este ano, os fabricantes devem manter os volumes reforçando as apostas em chamarizes irresistíveis, tanto para quem aprecia saborear um chocolate como para as crianças e jovens mais interessados em surpresas e brindes que acompanham as linhas mais sofisticadas. Iniciada em setembro, a produção segue em andamento e continuará até a semana da Páscoa. “Não só o nosso setor mas toda a economia do país enfrentam um cenário recessivo, de crescimento em torno de zero. Por conta dessa conjuntura, a expectativa da indústria não vai muito além de manter os resultados alcançados em 2014”, argumenta Ubiracy Fonseca, vice-presidente da área de chocolates da Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados). Ele confirma que, depois de forte crescimento no período de 2008 a 2011, a produção de chocolate – a terceira maior do globo, atrás dos EUA e Alemanha – vinha pisando no freio. Mas de

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorNo céu da boca
Próxima matériaTem gosto de show