Foco nos emergentes

Recém-chegada ao Brasil, via parceria com o grupo CRM, a grife suíça Lindt parece estar longe de abocanhar participação significativa no cenário local de chocolate, aliás, tema de reportagem especial desta edição. Fora do Brasil, sua atuação é bem diferente. Dominado por múltis como Nestlé e Mondelez, a demanda doméstica de chocolates é também abastecida por outras gigantes globais, como Arcor, Hershey’s, Ferrero e Mars. Contando com sua controlada Garoto, a Nestlé disputa a faixa de campeã com a americana Mondelez, dona da Lacta. Porém, no mercado americano ela detinha até há pouco tempo apenas a terceira colocação, ficando atrás da Mars e Hershey’s que, juntas, controlam 65% das vendas de chocolate naquele país. Em julho passado, o grupo Lindt Spruengli anunciou a aquisição da americana Russel Stover Candies. Ela se juntou à Ghirardelli Chocolates, outra operação que a companhia havia assumido. Assim, a Lindt passou a ocupar a terceira colocação, com a fatia de 7,4%, empurrando a Nestlé para a quarta colocação, apesar da tradição da grife suíça de buscar o primeiro ou o segundo lugar em todos os seus negócios. Segundo a consultoria Euromonitor International, a Nestlé detém apenas 4,8% das vendas de chocolates no mercado americano, apesar da marca KitKat, um dos maiores hits da companhia na categoria, ocupar a quarta posição, com share de 4,3% do giro no segmento. As principais marcas de chocolate da Nestlé nos EUA, Butterfinger e Crunch, estão no 12º e 26º lugares, respectivamente. Acontece que naquele país os direitos de comercialização

 

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