2017, o desafio da retomada

Ubiracy A. Fonseca A indústria brasileira de confectionery consolidou ao longo da última década o perfil tecnológico do seu parque industrial, estabelecendo um modelo de negócio que hoje se iguala às frentes de produção e distribuição mais avançadas do globo. Essa trajetória varou os primeiros anos da década atual com um desempenho que mescla altos e baixos, tanto na ala de chocolates como na de candies e confeitos de amendoim. Em período que cobre os últimos 10-15 anos foram injetados aportes significativos de recursos na ampliação e modernização das fábricas, bem como na instalação de novas unidades, sobretudo no Nordeste do país, região que ainda concentra o menor consumo per capita do setor. Confiante na preservação dos fundamentos macroeconômicos durante o período de expansão da economia, a indústria comemorou consecutivos balanços no azul, refletindo a crescente penetração nos balcões de consumo em todas as categorias de guloseimas. Essa trajetória, todavia,

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